RAOUL FOLLEREAU

1903 Nasce no dia 17 de Agosto, em Nevers (França). Estudos de Filosofia e Direito, Poesia e Jornalismo. 

1935 No Niger, teve o 1º Encontro com o

1937 Cria as Fundações Charles Foucald. s Leprosos.

1942 Entusiasma-se com o projecto: Construção de uma Aldeia dos Leprosos, em Adopzé, na Costa do Marfim.

1943 Lança a “Hora dos Pobres”, uma hora de salário para ajudar os mais desfavorecidos.

1945 Fundação da Ordem da Caridade.

1949 Publicação da conferência “Bomba Atómica ou Caridade”.

1952 Pede à ONU a elaboração de um Estatuto Internacional dos Doentes de Lepra.

1954 Por sua iniciativa, a ONU institui o DIA MUNDIAL DOS LEPROSOS, hoje celebrado em 127 Países.

1955 Carta aos Senhores da Guerra e Paz (Presidente Americano e Russo).

Raoul Follereau (1903-1977)
Raoul Follereau (1903-1977)

1957 Visita Portugal e o Hospital Rovisco Pais – Tocha. pela 1ª vez.

1962 Carta a todos os Chefes de Estado do Mundo.

1964 Apelo ao Mundo: Um dia de Guerra para a Paz.

1966 Cria o ILEP (Federação Internacional das Associações que lutam contra a Lepra no Mundo).

1968 Cria as Fundações Raoul Follereau. Visita Portugal, pelas 2ª vez, pronunciando conferências em vários pontos do país e desloca-se novamente ao Hospital Rovisco Pais.

1972 Última viagem a África.

1975 Raoul e Madeleine Follereau celebram as bodas de ouro do seu matrimónio. Cinquenta anos ao serviço dos Leprosos.

Raoul e Madeleine Follereau

1977 No dia 6 de Dezembro, em Paris, termina a vida terrena daquele que foi apelidado o Vagabundo da Caridade. Contava 74 Anos.

Algumas frases dedicadas a Raoul Follereau

“Impulsionado pela caridade para com o próximo, Raoul Follereau dedicou a sua vida a cuidar de pessoas com hanseníase nos lugares mais remotos do planeta, promovendo, entre outras coisas, o Dia Mundial contra a Lepra. “

Papa Bento XVI

“Muitos anos se passaram desde que a voz profética de Raoul Follereau denunciou o desumano abandono dos leprosos, anos em que a atenção à lepra certamente aumentava. Muito foi feito para curar esta doença. No entanto, continua a ser um escândalo que ela continue a atingir tantas vítimas pela falta de cuidados adequados. Quanto sofrimento seria evitado, ou pelo menos limitado, se o egoísmo diminuísse e a solidariedade crescesse. “

Papa João Paulo II

“A memória de Raoul Follereau continua viva na memória dos filhos e filhas do nosso país como a do grande lutador contra a doença, a miséria e o egoísmo, aquele que conseguiu superar um dos flagelos mais terríveis do nosso tempo. […] O legado que ele nos deixou… é a batalha contra a lepra e a promoção de um mundo de amor, solidariedade e tolerância. “

Mathieu Kerekou, antigo Presidente da República do Benim