Campanhas em Acção

Campanha “HORA DOS POBRES”

Estimados Amigos,
O momento actual é de grande incerteza, e, para muitos, de desamparo e de fome. Uma realidade que suplanta os países, o tempo, as religiões e as culturas. A generosidade que apoia o vulnerável, alivia o sofrimento, devolve a dignidade, é condição para uma vida intrinsecamente humana. A opção de prestar atenção aos pobres, às suas muitas e variadas carências, não pode ser condicionada por qualquer razão social ou económica.
“Dar uma hora por ano aos pobres é, antes de mais, dedicar-lhes uns momentos da nossa vida de pensar neles. Gesto simples, fácil de pôr em prática, com um significado impressionante”, assim defendia Raoul Follereau na instituição da Hora dos Pobres.
Ele, em 1943, apenas nos relembrou o que no séc. II A.C. o grande mestre em sabedoria Ben-Sira já nos havia referido: “Estende a tua mão ao pobre”. Continua actual.
“Manter o olhar voltado para o pobre é difícil, mas é tão necessário para imprimir a justa direcção à nossa vida pessoal e social. Não se trata de gastar muitas palavras, mas antes de comprometer concretamente a vida. Todos os anos, com o Dia Mundial dos Pobres, volto a esta realidade fundamental para a vida da Igreja, porque os pobres estão e sempre estarão connosco” disse-nos, em Junho último, o Papa Francisco.
A APARF desde sempre teve um olhar atento de preocupação e auxílio nas necessidades dos mais pobres. Consta dos seus objectivos. Neste ano de 2020, e no actual contexto, presta uma particular atenção à população portuguesa e o aumento da pobreza em Portugal. Com o apoio de todos continuaremos a ajudar.

Catálogo de Postais de Natal da APARF

Ao aproximar-se a Quadra Natalícia, a APARF promove, uma vez mais, a venda de Postais de Natal.

Faça-nos chegar a sua encomenda. Todas as ajudas são preciosas.
Contamos consigo!
Na esperança de um Mundo sem Lepra, dizemos, com Raoul Follereau,
“A Caridade salvará o mundo”.

Objectivo: Erradicar a fome

Caros Amigos e Benfeitores,
De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU) 815 milhões de pessoas (11% da população mundial) sofrem de desnutrição e 155 milhões são crianças com menos de 5 anos que registam um atraso no desenvolvimento cognitivo e físico devido à má alimentação. Um flagelo social.
Os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, aprovados em Setembro de 2015, na conhecida “Agenda 2030”, o número dois traça a ambiciosa meta: “Até 2030, acabar com a fome e garantir o acesso de todas as pessoas, em particular os mais pobres e pessoas em situações vulneráveis, incluindo crianças, a uma alimentação de qualidade, nutritiva e suficiente durante todo o ano”.
No entanto, os últimos dados demonstram que a fome tem vindo a alastrar, principalmente na Ásia e na África, apesar de todos os anos serem metidos no lixo, nos países mais ricos, cerca de 1,3 biliões de toneladas de alimentos. Dada a quantidade e diversidade que há no mercado, a noção de fome passa ao lado do cidadão que habitualmente se alimenta adequadamente.
Ora, a APARF, que desde sempre assumiu estes objectivos também como seus, tem contribuído materialmente para a sua concretização. Os pedidos de auxílio que nos chegam, diariamente, das creches, escolas, orfanatos, lares, hospitais e outros institutos, para combaterem a fome dos seus utentes, são assustadoramente inquietantes. Em consequência da pandemia mundial no ano de 2020 adivinha-se um agravo medonho da fome no mundo, e o aumento de pedidos de ajuda.
Projectos ligados à agricultura (escolas agrárias e rurais) são basilares pelo que também os incentivamos e patrocinamos, pois sabemos que só com investimento na agricultura, com apoio na educação e na saúde, se poderá erradicar a fome.
Com a vossa ajuda temos tido capacidade para responder sempre ao que nos é pedido.
Para continuarmos a ser um respingo de esperança em quem precisa, necessitamos da sua ajuda. Assim, apelamos a que todos repartamos uma parte daquilo que nos sobra.

Moçambique – Cabo Delgado

A Lepra em tempos de Covid-19

Campo de refugiados em Cabo Delgado, Moçambique
Estrella, Voluntária da APARF em Moçambique

Para as pessoas afectadas pela lepra/hanseníase, a quarentena traz complicações extra, pois são cortados apoios médicos de que precisam.

Pode haver repercussões irreversíveis para as pessoas afectadas pela lepra/hanseníase. Infelizmente, as úlceras relacionadas com a lepra/hanseníase não esperam o término de uma pandemia global. Da mesma forma, as cadeiras de rodas e os sapatos de protecção continuam a sofrer desgaste, e os medicamentos precisam ser entregues e tomados.

Como as pessoas afectadas pela lepra/hanseníase são particularmente propensas a úlceras. Pois nas áreas do corpo que têm perda de sensibilidade, a dor passa despercebida e nessas pequenas lesões formam-se grandes feridas. Se estas úlceras não forem tratadas podem causar infecções e amputações. Se não formos capazes de cuidar das pessoas afectadas pela lepra/hanseníase, o risco de incapacidade aumenta à medida que as úlceras não são tratadas.

O contacto regular com os doentes de lepra/hanseníase também ajuda a perceber os primeiros sinais de outras consequências da lepra/hanseníase, como ocorre com a mão em garra.

Temos a responsabilidade de encontrar novas formas de prestar assistência às pessoas afectadas pela lepra/hanseníase, mesmo durante o confinamento, para evitar evoluções dramáticas relacionadas a lepra/hanseníase.

Colabore com a APARF através da consignação de 0,5% do IRS

Uma Criança, um sorriso

A água é essencial à vida!

Estimados Amigos,
A 22 de Março celebramos o Dia Mundial da Água. A água é essencial à vida!
A APARF continua a receber numerosos pedidos de apoio para captação de água potável, para a abertura de furos, e/ou construção de reservatórios de água bem como de sistemas de purificação/tratamento, sua manutenção e conservação.
Com a generosidade dos seus Amigos e Benfeitores tem sido possível apoiar projectos que permitem atenuar este grave problema de necessidade básica e de sobrevivência humana, que é a falta de água.
De modo a proporcionar às populações mais pobres e mais esquecidas que saciem a sede e previnam doenças como a Lepra e outras Doenças Tropicais Negligenciadas, acreditamos, uma vez mais, na sua bondade e capacidade de partilha.
Colabore connosco nesta iniciativa.
Nós continuamos a contar consigo!
Dizemos com Raoul Follereau “Repartir com amor as riquezas do Mundo”.

Atentamente,

Vítor Borges
(Presidente da Direcção)

Neste Dia Mundial da Água, não podemos deixar de reflectir sobre o que se passa actualmente no mundo.
Quando em certos países se luta para se ter condições de saneamento básico e se pretende demonstrar a importância que a higiene tem na prevenção de doenças, torna-se quase uma regalia viver deste lado do mundo onde a água nos chega com um simples abrir de torneira, sem termos que nos deslocar quilómetros para a obter. E não esqueçamos do sabão, um bem demasiado caro para o comprar para a quem tudo falta e nada tem…
Ter cuidados de higiene básicos salvam vidas.
Sejamos solidários!

Porta Aberta para a Vice-Presidente da Associação dos Amigos de Raoul Follereau

Onde não está garantido o acesso à água, a saúde e a vida estão em risco. Por isso, é pelo acesso das populações mais desfavorecidas à água potável que uma instituição como a Associação Portuguesa dos Amigos de Raoul Follereau batalha em África.

Ana Margarida Azevedo, vice-presidente da APARF, esteve à conversa com o Óscar Daniel, nesta edição do Porta Aberta. Vale a pena descobrir alguns dos projectos que esta instituição apoia em aldeias onde falta água e se desenvolvem-se doenças como a lepra.

Para contribuir para esta causa, sem qualquer custo para si, basta indicar o NIF da APARF ( 501 802 282) na sua declaração de IRS, para garantir que 0,5% do valor liquidado reverta a favor desta instituição. Este donativo em nada afecta o reembolso a que possa ter direito.

E se esta fosse a única água que tivéssemos?
Pense nisso.

As mulheres e as crianças são as responsáveis pelo abastecimento de água em suas casas. Percorrem km todos os dias para que possam usufruir deste bem essencial à vida, em situações precárias e de água pouco recomendada a ser consumida.
Ajude a APARF a melhorar as condições de vida destas pessoas fornecendo-lhes água potável através de furos.
A água é essencial à vida! 💧💧💧

A melhor forma de prevenir a doença da lepra é dotar as populações mais pobres de água potável e alimentação!

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Vídeo do Dia Mundial da Lepra aqui em Cabo Delgado, distrito de Chiuri.
Estrella Arjomil, Moçambique

https://www.facebook.com/APARF/videos/473215116684111/?t=39
https://www.facebook.com/APARF/videos/1037482836584519/

67.º Dia Mundial da Luta Contra a Lepra
26 de Janeiro de 2020

Estimados Amigos!
A pedido de Raoul Follereau, “o Apóstolo dos Leprosos do séc. XX”(*), a ONU instituiu em 1954 o Dia Mundial da Luta Contra a Lepra que se celebra anualmente no último Domingo do mês de Janeiro.
Se é verdade que em Portugal a doença que vitimou milhares de pessoas está, felizmente, erradicada, o mesmo não podemos afirmar do resto do mundo onde anualmente são diagnosticados mais de 200 mil novos casos e ainda há muitos milhões de pessoas doentes sem tratamento. A lepra tem cura e a OMS quer erradicá-la mundialmente. Uma das grandes dificuldades nesta luta desigual é fazer chegar aos doentes os medicamentos pois, normalmente, vivem longe dos centros de saúde, e farmácias, e não têm condições para se deslocar.
A APARF desde há 33 anos que ajuda nesta luta. Todos os anos continuamos a apoiar dezenas de Instituições que, no terreno, trabalham na prevenção, no diagnóstico, na medicação e na cura de milhares de doentes. Só temos conseguido esse objectivo com a sua generosa ajuda.
No ano de 2020 contamos de novo consigo!
Rogamos aos nossos amigos que organizem a campanha e o respectivo peditório no próximo dia 26 de Janeiro. Poderá encontrar aqui a lista do material que podemos disponibilizar.
“O que eu tenho é o que eu dei.” – Raoul Follereau

(*) Raoul Follereau, escritor, jornalista e advogado, de nacionalidade francesa, abandonou toda a sua actividade profissional para se dedicar à causa dos doentes de lepra.

Contribua para os projectos da APARF, através da Conta APARF nº 0557030331431 (CGD – Olivais/Lisboa) – IBAN: PT50 0035 0557 0003 0331 43165