Está nas nossas MÃOS CURAR um DOENTE

Campanhas em Acção

Doenças Tropicais Negligenciadas

Eucaristia dia 21/06/2026 – Capela de Nossa Senhora da Graça
Salesianos – Porto

Na Eucaristia de hoje, confiada à responsabilidade da APARF – Associação Portuguesa Amigos de Raoul Follereau, queremos recordar as vítimas das doenças tropicais negligenciadas ou esquecidas.
Afectam principalmente pessoas que vivem em situação de pobreza, frequentemente em locais com acesso limitado a cuidados de saúde, água potável e saneamento básico. Constituem um conjunto de doenças e problemas de saúde que ocorrem sobretudo nas regiões tropicais, atingindo particularmente as comunidades mais desfavorecidas e sendo responsáveis por elevada mortalidade.
Não existe uma lista oficial única da Organização Mundial da Saúde, mas entre estas doenças contam-se a dengue, a úlcera de Buruli, a doença de Chagas, o tracoma, a lepra e muitas outras. No total, são mais de vinte doenças, que não pretendemos aqui enumerar de forma exaustiva.
A maioria destas doenças, que afectam mais de mil milhões de pessoas por ano, pode ser eliminada. Fazê-lo não é apenas um imperativo moral, mas também uma questão de direitos humanos e de equidade. Para nós, caros irmãos, é igualmente um dever cristão.
A APARF apoia os doentes de lepra e de outras doenças tropicais negligenciadas, centrando a sua acção nas populações mais pobres do mundo. Estando estas doenças frequentemente associadas à subnutrição, à falta de água potável e à fragilidade do sistema imunitário, procuramos também responder aos pedidos de apoio no combate à fome e na promoção do acesso à água potável.
Queremos continuar a apoiar aqueles que têm menos do que nós. Queremos continuar a ajudar os missionários na sua acção pastoral. Para isso, precisamos de vós, da vossa generosidade.
Raoul Follereau, considerado o Apóstolo dos Leprosos do século XX e o Vagabundo da Caridade, dizia: “A única verdade é amar, e amar é agir.”

Santos Ponciano

Dia Mundial da Criança

1 de Junho de 2026

Estimados Amigos e Benfeitores,

Aproxima-se o Dia Mundial da Criança, data na qual todos somos convidados a pensar e a reflectir sobre os direitos fundamentais das crianças.Nas sociedades ocidentais, na nossa sociedade, salvo alguns poucos casos particulares – mas mesmo assim são sempre muitos – as nossas crianças têm esses direitos garantidos. Mesmo em situações de precariedade, de abandono ou de maus-tratos, as nossas crianças têm quem as defenda e olhe por elas. Normalmente, a justiça — e bem — é implacável para com quem, familiar ou não, maltrate uma criança.
Mas, noutras geografias, noutras zonas do globo, as crianças continuam a ser privadas dos seus direitos fundamentais. Continuam sem ter uma refeição diária, sem acesso às vacinas tão importantes na prevenção das doenças, sem acesso a medicamentos e cuidados básicos de saúde, sem água potável, sem acesso à escola e sem o direito de serem simplesmente crianças. Filhos de famílias que tentam sobreviver no dia a dia, muitas vezes sem tempo para cuidar deles, ficam expostos a todo o tipo de perigos, como a exploração por adultos na mendicidade, nos furtos, na vadiagem e, por vezes, bem pior: no tráfico humano.A APARF, nos seus 39 anos de existência, tem estado atenta a estas realidades e, em parceria com entidades credíveis no terreno — maioritariamente Institutos Católicos — tem apoiado anualmente, nos quatro cantos do mundo, milhares de crianças para que tenham uma refeição diária e acesso à escola, garantindo assim a sua educação e um crescimento sadio.
Só será possível continuar este apoio com a ajuda de cada um de vós, caros amigos e benfeitores.

Esperamos poder continuar a merecer a vossa confiança.
Contamos consigo.

Santos Ponciano

Dia Mundial da Água

22 de Março de 2026

Estimados Amigos e Benfeitores,

Aproxima-se o Dia Mundial da Água, uma data que nos convida a reflectir sobre a gestão deste bem essencial que, embora escasso em muitas partes do mundo, nas nossas casas parece existir em abundância — talvez até em excesso. Para muitos de nós, a água só se torna uma preocupação quando, excepcionalmente, falta, mesmo sabendo que essa ausência é temporária.
Noutras geografias, porém, a realidade é bem diferente. Nunca há abundância. Nunca há garantia. Milhares de pessoas percorrem diariamente, a pé, dezenas de quilómetros para encher uma simples cantarinha de água, indispensável para cozinhar ou matar a sede da família. Muitas vezes, esta tarefa recai sobre as crianças que, ainda de madrugada, antes de irem para a escola — quando têm acesso à escola — transportam a água necessária para que as mães possam preparar as refeições.
Existem situações verdadeiramente dramáticas de seca extrema, em que não há sequer uma gota de água disponível. A APARF tem recebido pedidos de ajuda e relatos comoventes dessas realidades.
Nestas circunstâncias, a higiene é inevitavelmente relegada para segundo plano. Não por falta de consciência da sua importância, mas simplesmente por falta de água. Sabemos que a doença da lepra tem maior incidência em comunidades com fracos padrões de higiene, razão pela qual o acesso a água potável é uma das principais prioridades da APARF.
Precisamos da sua ajuda para continuar a abrir furos e poços nas aldeias que não têm acesso a água limpa.
Continuamos, agradecidos, a contar consigo.

Santos Ponciano

73º Dia Mundial dos Doentes de Lepra

25 de Janeiro de 2026

Estimados amigos,

No Dia Mundial dos Doentes de Lepra a Associação Portuguesa Amigos de Raoul Follereau quer alertar para a existência desta doença que tem consumido, e continua a consumir, os mais pobres dos pobres durante milhares de anos.

As guerras, os cataclismos e o aumento do custo de vida têm contribuído para o desenvolvimento da pobreza e da miséria de muitas populações. São nestes ambientes, onde abunda a fome e a falta de condições dignas de viver que a doença de propaga.

Em pleno século XXI a lepra ainda afecta por ano mais de 180.000 pessoas e mais de 10.000 crianças.

Para podermos continuar a apoiar projectos de prevenção, diagnóstico e cura, a APARF precisa de si, da sua boa vontade e da sua generosidade. Contamos consigo para as ajudar! Unidos podemos tornar o mundo melhor.

Colabore com a sua generosidade e com a divulgação desta causa. Contamos consigo!

“Eu creio que o vencedor é aquele que se doa.” (Raoul Follereau)

 

Os donativos podem ser enviados por vale de correio, transferência bancária, cheque ou multibanco, e todos os recibos são dedutíveis no IRS.

Organizai a epidemia do bem. E que ela contamine o mundo!” (Raoul Follereau)

Contamos com a sua generosidade para promover, divulgar e incentivar as pessoas conhecidas e amigas a colaborarem com a APARF. Só consigo conseguiremos chegar a quem precisa.