Notícias

Porque é que a crise do Covid-19 pode ser “devastadora” para os doentes de lepra/hanseníase na Índia?

O sistema de saúde subfinanciado da Índia está a preparar-se para o impacto de uma epidemia de coronavírus – mas aqueles que sofrem com condições crónicas estão a sofrer maior impacto 
(AFP via Getty Images)

Sistemas imunológicos enfraquecidos, feridas abertas e preconceitos profundamente enraizados tornam os afectados pela lepra/hanseníase extremamente vulneráveis ​​à pandemia do Covid-19. Relatórios de Adam Withnall

Crianças na República Democrática do Congo sob risco de sarampo e epidemia de cólera

Novo relatório afirma que covid-19 piora situação que já era difícil; desde o início de 2019, epidemia de sarampo no mundo já matou mais de 5,3 mil crianças com menos de cinco anos; malária causou quase 17 mil mortes.

O sistema de saúde da República Democrática do Congo precisa de apoio urgente, enquanto luta contra as epidemias de sarampo e cólera e a ameaça crescente do novo coronavírus. 

Um relatório divulgado esta terça-feira pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, informa que os esforços para conter o surto de Ebola desviaram atenção e recursos de unidades de saúde enfraquecidas.

Orientações médicas da Sociedade Brasileira de Hansenologia sobre a possibilidade de co-infecção Hanseníase e Covid-19

  • Considerando a emergência que se instalou devido à PANDEMIA provocada pelo NOVO CORONAVIRUS (COVID-19);
  • Considerando o avanço dos estudos e trabalhos científicos acerca da temática dia após dia, que permitem a identificação de subgrupos populacionais com maior vulnerabilidade ao desenvolvimento das formas graves da doença COVID-19;
  • Considerando que existem pacientes em tratamento para a hanseníase que são enquadrados nestes mesmos critérios e, consequentemente necessitam de maior atenção, principalmente o significativo número de pacientes idosos com hanseníase, a Sociedade Brasileira de Hansenologia esclarece e recomenda.

Como o conhecimento de 150 anos de tratamento da lepra/hanseníase nos pode ajudar num mundo de Covid-19

Covid-19 é muito diferente da lepra/hanseníase. Covid-19 é uma doença viral altamente contagiosa e a lepra/hanseníase é uma doença bacteriana levemente infecciosa à qual 95% da população mundial está imune. Embora os dois sejam muito diferentes cientificamente, as consequências sociais são quase paralelas à medida que o isolamento ocorre.

Queremos comunicar duas mensagens muito importantes:

  1. É importante nunca usarmos o termo ‘leproso’. É um termo que reduz as pessoas apenas ao diagnóstico recebido e ninguém merece ser tratado desta forma. Também devemos parar de dizer que ‘nos sentimos como leprosos’, porque isto é um insulto enorme aos milhões de pessoas em todo o mundo que enfrentaram/enfrentam um diagnóstico de lepra/hanseníase.
  2. Comparar COVID-19 à lepra/hanseníase é injustificado, porque esta não é uma comparação precisa e porque esta comparação perpetua a ideia de que a lepra/hanseníase é uma doença contagiosa; não é uma doença contagiosa e 95% da população mundial é imune à doença de lepra.

O Coronavírus e o distanciamento social dão-nos um vislumbre do isolamento de pessoas com lepra

Muitos de nós já fomos instruídos a isolarem-se em casa. Para alguns, os primeiros dias podem parecer férias. Para outros, pode ser um inconveniente. Quanto mais tempo a obrigação de isolamento permanecer em vigor, maior a probabilidade de nos sentirmos frustrados, solitários, entediados e até abandonados. Se começarmos a experimentar esses sentimentos, talvez seja apropriado lembrar o stresse emocional contínuo e do genuíno desgosto sofrido por dezenas de milhares de pessoas que foram isoladas e abandonadas nas colónias de lepra em todo o mundo.

Se Deus quiser, o nosso período de isolamento passará. Não é assim para os residentes das colónias de lepra.

Portanto, quando somos tentados a reclamar sobre nosso isolamento temporário, lembremos das pessoas na Ásia que foram isoladas por causa da lepra. Em vez de pensar no que está em falta, pense no que tem. Depois, considere o que pode dar para ajudar os milhares de doentes com lepra que estão a passar por grandes necessidades.

O tema do Dia Mundial da Tuberculose 2020 – “É hora de agir”

Embora menos pessoas tenham adoecido e morrido por tuberculose (TB) no ano passado, os países ainda não estão a fazer o suficiente para acabar com a doença até 2030, alerta a Organização Mundial da Saúde (OMS). Os esforços globais evitaram cerca de 58 milhões de mortes com esta causa desde o ano 2000, mas a tuberculose continua a ser a doença infecciosa mais letal do mundo.

Fonte: OMS

https://bvsalud.org/post_vitrines/dia-mundial-da-tuberculose-e-hora-de-agir-acabar-com-a-tuberculose/

Porta Aberta para a Vice-Presidente da Associação dos Amigos de Raoul Follereau

Onde não está garantido o acesso à água, a saúde e a vida estão em risco. Por isso, é pelo acesso das populações mais desfavorecidas à água potável que uma instituição como a Associação Portuguesa dos Amigos de Raoul Follereau batalha em África.

Ana Margarida Azevedo, vice-presidente da APARF, esteve à conversa com o Óscar Daniel, nesta edição do Porta Aberta. Vale a pena descobrir alguns dos projectos que esta instituição apoia em aldeias onde falta água e se desenvolvem-se doenças como a lepra.

Para contribuir para esta causa, sem qualquer custo para si, basta indicar o NIF da APARF ( 501 802 282) na sua declaração de IRS, para garantir que 0,5% do valor liquidado reverta a favor desta instituição. Este donativo em nada afecta o reembolso a que possa ter direito.

Porque é que ainda existe lepra hoje?

… a lepra é uma doença que acomete os mais pobres da nossa sociedade. Aqueles que não têm acesso à água limpa e saneamento e aqueles que não conseguem obter a quantidade certa de calorias e nutrientes na sua dieta têm um sistema imunológico mais fraco e, portanto, são propensos à doença de lepra…

Por que devemos parar de usar a palavra lepra

A lepra é endémica em mais de 100 países em todo o mundo, com mais de 200.000 novos diagnósticos todos os anos e mais de 4 milhões de pessoas vivem com algum tipo de comprometimento relacionado à lepra. O termo lepra, usado na Bíblia, designava uma infinidade de doenças com manifestações cutâneas. A lepra bíblica carregava um enorme estigma e era considerada sinónimo de impureza e punição divina. As acções globais para eliminar a lepra foram implementadas, mas ainda não foram bem-sucedidas. Com a estigmatização e a discriminação contra as pessoas afectadas pela doença são reconhecidas como dois dos maiores obstáculos. No Brasil, a lepra foi rebaptizada oficialmente hanseníase (Doença de Hansen) em 1975, e a experiência brasileira de renomear a lepra nas últimas quatro décadas deu sinais claros do benefício desta medida no combate ao estigma e à discriminação. Seguiram-se acções mais recentes da OMS e muitos anos de defesa das organizações dos doentes, mas as medidas concretas e eficazes para dignificar a linguagem e a terminologia precisam ser implementadas o mais rápido possível.

Um homem em missão: Dr. Francisco Guilengue, Moçambique

O meu avô teve lepra e desenvolveu deformações nas mãos e nos pés. Morava connosco e, o meu pai e o meu tio fizeram de tudo para apoiá-lo, principalmente porque a minha avó tinha falecido, disse ele.

Tendo visto a doença da lepra na minha família, sempre tive interesse pela doença. Quando me formei médico encontrei casos de lepra no distrito onde trabalhava e queria saber mais sobre o tratamento e a prevenção.

Uma mensagem para si de uma pessoa afectada pela lepra

Issa Harouna é uma pessoa afectada pela lepra. Issa foi diagnosticado com lepra na tenra idade de 10 anos, mas ele tem uma mensagem para como tratamos as pessoas afectadas pela lepra e como as pessoas afectadas pela lepra se devem ver.

Voltei à escola depois do verão e notei que os meus dedos estavam a deformar-se e a assumir a forma de garra. Quando cheguei à faculdade, os meus dedos estavam permanentemente deformados e ninguém se aproximava de mim.

Fonte:
https://www.leprosymission.org/our-story/blog/detail/our-blog/2020/02/21/a-message-to-you-from-a-person-affected-by-leprosy

Semana Nacional da Lepra nas Filipinas

Para a Semana Nacional da Lepra nas Filipinas, paremos o estigma e a discriminação contra as pessoas que tiveram/ têm a doença de lepra. De mãos dadas, podemos eliminar o pior problema da lepra! Acabar com o estigma!

Japão deve continuar acções de assistência a pessoas com hanseníase/lepra

Actualmente, 1,1 mil pessoas vivem de forma segregada em 13 sanatórios no Japão… estes pacientes de hanseníase sofreram com políticas de esterilização, de segregação forçada e foram tratados de forma desumana por causa de uma doença que se tornou curável.

Estas pessoas ainda sofrem para restaurar a sua dignidade e das suas famílias. Muitos laços foram quebrados por décadas e décadas de discriminação…

Prevenção é a chave para a eliminação na luta contra a hanseníase/lepra

Em 2018, foram detectados a nível mundial, 208,619 novos casos de lepra. Está algum progresso a ser feito na luta para eliminar a lepra?

Em resumo, sim. Mesmo ao detectar estes novos casos avançamos mais um passo para conquistar a lepra. No entanto, o facto de mais de 200,000 pessoas terem sido diagnosticadas com lepra revela que ainda temos trabalho a fazer.

Mais de 1,5 milhão de crianças precisam de ajuda de emergências no Níger

O número de pessoas que precisam de ajuda humanitária no Níger chega a 3 milhões. Mais da metade desse total são crianças sofrendo com violência, desnutrição, inundações, secas, deslocamentos epidemias e surtos.

Compreender a questão de género nas Doenças Tropicais Negligenciadas

O papel tradicional das mulheres e as responsabilidades domésticas expõem-nas a um maior risco de contrair estas doenças. Por exemplo, as mulheres e as meninas são essencialmente responsáveis pela recolha e transporte de água, cozinhar e limpar, torná-las susceptíveis aos NTDs portados por vectores e água.

O baixo estado socioeconómico das mulheres, o mau acesso a informações adequadas dos cuidados de saúde e a pobreza actuam como barreiras ao acesso a intervenções de saúde, incluindo prevenção, tratamento e diagnóstico, potencialmente aumentando a sua exposição e intensidade de NTD e a deficiência resultantes.

O objectivo ambicioso de combater as Doenças Tropicais Negligenciadas

Imagine o desafio de proporcionar a mil milhões de pessoas medicamentos necessários em apenas um ano. Isto pode parecer impossível, mas é exactamente isso que a comunidade global que luta contra as NTDs conseguiu. De facto, de acordo com a Organização Mundial de Saúde 1, mil milhões de pessoas com necessidade receberam 1.7 mil milhões de tratamentos preventivos para as NTDs em 2018, pelo quarto ano consecutivo, este número ultrapassou os mil milhões.

NTDs: Doenças Tropicais Negligenciadas

OMS autoriza quatro países africanos a usar vacina contra o ebola

Imagine o desafio de proporcionar a mil milhões de pessoas medicamentos necessários em apenas um ano. Isto pode parecer impossível, mas é exactamente isso que a comunidade global que luta contra as NTDs conseguiu. De facto, de acordo com a Organização Mundial de Saúde 1, mil milhões de pessoas com necessidade receberam 1.7 mil milhões de tratamentos preventivos para as NTDs em 2018, pelo quarto ano consecutivo, este número ultrapassou os mil milhões.

NTDs: Doenças Tropicais Negligenciadas

Mais de 290 mil pessoas foram imunizadas antes da licença comercial do novo produto para travar surto na RD Congo; Burundi, Gana e Zâmbia têm luz verde para usar imunização com eficácia de 97,5%.

Invisibilidade e negligência ainda afectam e impulsionam lepra, diz relatora das Nações Unidas

Em 2000, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a eliminação global da hanseníase como um problema de saúde pública. A decisão foi tomada em função da queda dos números de casos novos e também da prevalência, tendência reiterada no último relatório da OMS sobre o estado mundial da doença.

Essa determinação, contudo, é avaliada com ressalvas pela relatora Alice Cruz, na medida em que “pode esconder o fato de que ainda existem países endêmicos, bem como bolsões altamente endêmicos dentro dos países, e que ainda há transmissão em curso”.

Há regiões muito pobres nos países mais afetados, onde estão justamente os maiores focos de transmissão, lembra Alice Cruz. Por isso, e destacando que existe “um grande respeito pelo trabalho dos profissionais de saúde envolvidos”, considera que, na perspectiva dos direitos humanos, a decisão de considerar globalmente a eliminação da hanseníase como problema de saúde pública “gerou problemas”.

Doenças Tropicais Negligenciadas; Qual é o caminho a seguir?

Ouvi falar pela primeira vez sobre doenças tropicais negligenciadas (DTNs) na semana passada. Eu tive que procurar no Google o que são. O que mais me impressionou é que são evitáveis e tratáveis. São ‘doenças da pobreza’ e a injustiça e isso deixa-me com raiva. Faz-me querer agir. Percebi que não havia notícias sobre o que os jovens estão fazer na luta contra as DTN. Não parece haver nenhum envolvimento dos jovens. A notícia positiva é que existem soluções tangíveis para combater e erradicar essas doenças debilitantes….

Temida e esquecida, a doença da lepra ainda existe no Quénia.

Os dados mostram que o Quénia reduziu os números de 6.558 em 1986 para apenas 109 em 2018. O professor Matilu Mwau, médico e especialista em doenças infecciosas, classificou os casos como “muito poucos, mas ninguém deveria sofrer da doença de lepra nesta era”.

Estudos, incluindo os patrocinados pelo Ministério da Saúde, mostram que a baixa suspeita nos profissionais de saúde contribui imensamente para a disseminação da doença.

Pobreza: 3 milhões de pessoas em risco de contrair a doença de lepra, oncocercose, entre outras doenças em Ogun.

O governo do estado de Ogun, na Nigéria, divulgou que aproximadamente três milhões de pessoas, incluindo 1,4 milhão de crianças em idade escolar, correm o risco de serem atingidas por Doenças Tropicais Negligenciadas (DTN).

5 casos da doença de lepra detectados na região de Tehuantepec de Oaxaca

Esta não é a primeira vez que o Isthmus de Tehuantepec vê um surto da doença. Cinco casos foram detectados em 2018: três em Santiago Niltepec, um em Xadani e um em Juchitán.

Lepra: a crise global de saúde esquecida

Todos os dias, quase 50 crianças são diagnosticadas com a doenças da lepra. Sem tratamento pro-activo, elas enfrentam deficiências físicas e isolamento social ao longo da vida.

Sudão do Sul tem campanha para vacinar 2,5 milhões de crianças contra o sarampo

Segundo a ONU, a campanha é “essencial”, pois o país enfrenta um surto de sarampo sem precedentes. Desde Janeiro de 2019, foram confirmados mais de 4,7 mil casos, com 26 mortes. 

ONU: desastres forçam mais pessoas a saírem de suas casas que conflitos e violência

Ao todo, ao longo de 2018, foram registados 1,6 mil eventos de desastres, mas o número real é muito maior. Segundo o Escritório da ONU, a maioria dos desastres não é documentada.

Progresso na luta contra a lepra.
A prevenção da lepra é a chave para a eliminação.

Sabita é uma ex-doente de lepra, curada actualmente não sofre da doença. Ela é capaz de caminhar alguns quilómetros por dia e realizar as tarefas básicas como fazer chá. Embora a lepra tenha causado deformação nas mãos e no corpo da Sabita, ela agora está completamente curada e vivência a vida como uma pessoa feliz e contente.

9 razões de esperança para eliminar a lepra.

A palavra mais importante nesse título é “progresso”. O progresso sugere que há esperança para eliminar a lepra.

… precisamos dissipar os mitos sobre a lepra para reduzir o estigma e a discriminação que tantas vítimas sofrem desnecessariamente. O nosso objectivo deve ser criar “um ambiente social onde as pessoas com lepra possam viver com harmonia e dignidade”. A publicação defende que é hora de mudar a nossa mentalidade em relação à consciencialização e intervenção da lepra a todos os níveis.

ONU: 4,8 milhões de pessoas no Sahel Central estão sob ameaça de fome

A FAO, o Unicef e o PMA enfatizam que as mudanças climáticas estão prejudicando os meios de vida na região, que já são frágeis. Essa situação é exacerbada por conflitos armados e comunitários, roubo e banditismo, que prejudicam a mobilidade dos rebanhos animais, o acesso a forragens e recursos hídricos.

Moçambique: Bispo de Pemba diz que ataques em Cabo Delgado são «uma tragédia»

As aldeias estão a ficar vazias, as pessoas não estão a plantar, então isso significa que haverá fome, e nós temos milhares de deslocados internos, explica.

2020: um ano crucial para as doenças tropicais negligenciadas

Uma em cada cinco pessoas no mundo está em risco de NTDs, que geralmente afectam os 1.600 biliões de pessoas mais pobres que vivem nas comunidades mais marginalizadas, resultando em incapacidade substancial, estigma e perda de meios de subsistência, além das mortes causadas.

ONU prepara-se para estação de ciclones em Moçambique, que começa em Março.

O país de língua portuguesa está a ser afectado por chuvas fortes no norte e secas no sul, em menos de um ano após a devastação causada pelos ciclones Idai e Kenneth; chefe do Sistema ONU no país, Myrta Kaulard, destaca as necessidades de financiamento urgentes.

A lepra ainda é endémica em 18 estados da Nigéria:


De acordo com a Revisão Nacional da Lepra de 2015, o governo disse que 18 estados ainda são endémicos em lepra, embora houvesse bolsas de endemicidade noutros Estados.

O Ministro de Estado da Saúde, Senador Olorunnibe Mamora, fez esta declaração durante as cerimónias que marcaram o Dia Mundial dos Doentes de Lepra de 2020, realizado recentemente em Abuja. O afirma ter deito notáveis ​​progressos no combate ao flagelo por meio do programa Nacional de Tuberculose e Controle da Lepra, garantindo tratamento para mais de 33.000 pacientes de 2009 até à data, incluindo homens, mulheres e crianças.

Unicef: pneumonia matou uma criança a cada 39 segundos no ano passado

Desnutrição, poluição do ar e falta de acesso a vacinas e antibióticos estão entre as principais causas de mortes evitáveis ​​por pneumonia; nova análise mostra que foco em medidas de combate à doença pode evitar a morte de quase 9 milhões de crianças.

Dia Mundial dos Doentes de Lepra: o Papa Francisco expressa a sua proximidade

O Papa Francisco expressou a sua proximidade com os doentes e cuidadores, por ocasião do 67º Dia Mundial dos Doentes de Lepra.

Quase 5 milhões de crianças precisarão de assistência humanitária no Sahel em 2020

Neste momento, 4,3 milhões meninos e meninas precisam de ajuda nestes países do Sahel. Segundo o Unicef, a principal causa é uma onda de violência que incluiu sequestros e recrutamento de crianças para grupos armados.

Palestras de sensibilização marcam Dia Mundial de Luta contra Lepra em Cabo Verde

É essencial a consciencialização da população sobre a doença, pois, muitos mitos e preconceitos sobre a enfermidade conhecida por hanseníase ainda confundem as pessoas e prejudica tanto a prevenção quanto o tratamento…

Discriminação é tema do Dia Mundial de Combate à Lepra

Em mensagem sobre o dia, o embaixador da Boa Vontade da OMS para a Eliminação da Hanseníase, Yohei Sasakawa, disse que “apesar do progresso da ciência, ainda existem pessoas sofrendo com discriminação injustificada.”

República Centro-Africana enfrenta crise humanitária “terrível e complexa”

O Escritório das Nações Unidas de Assistência Humanitária, Ocha, alertou que mais da metade da população da República Centro-Africana precisa de assistência e protecção humanitária. Ao todo, 2,6 milhões de pessoas estão nessa situação.

O Ocha diz que entre essas pessoas, 1,7 milhão precisam de assistência imediata para sobreviver.

Dia Mundial de luta contra a Lepra. Mais de 200 mil novos casos todos os anos

A nossa investigação consiste em saber se essa profilaxia é viável em larga escala e se podemos prescrever os medicamentos a uma população alargada, na tentativa de diminuir o aparecimento de novos casos. Não é simples: a questão que se coloca é se devemos administrar um tratamento preventivo a alguém, sem saber se essa pessoa está de facto doente.

Perguntas e Respostas com Paula Soares Brandão

A enfermeira e professora Paula Soares Brandão descobriu que tinha a doença de lepra durante o seu último período de enfermagem na Universidade do Rio de Janeiro em 2002. No início, sentiu um pouco de dormência na coxa. Após vários meses de testes inconclusivos, Paula foi diagnosticada com Lepra indeterminada…

Ocha: chuvas fortes e inundações mataram pelo menos 28 pessoas em Moçambique

Mais de 58,8 mil pessoas foram afectadas; as enchentes danificaram 10,2 mil casas e plantações; a agência da ONU alertou para o nível da água que começou a subir nos distritos da cidade da Beira, Buzi e Nhamatanda, atingidos pelo ciclone Idai em Março de 2019.

Perguntas e Respostas com Kofi Nyarko

Nasceu com o nome de Jackson Jonathan Nyarko, recebeu o apelido de Kofi, que significa ‘nascido na sexta-feira’ em Twi, um idioma ganês. Ele é o director da Escola Especial de Santa Isabel em Elimina, Gana, que oferece educação a crianças com necessidades especiais. Kofi foi diagnosticado com lepra aos 10 anos de idade, quando teve efeitos físicos irreversíveis da doença. Como foi rejeitado pelos seus colegas de classe, decidiu que, quando terminasse os estudos, ajudaria outras pessoas em situações semelhantes às dele. Kofi é membro do Conselho de Administração da IDEA, uma organização internacional de pessoas afectadas pela lepra…

Unaids: saúde não deve ser um privilégio dos ricos, mas um direito de todos

Quase 100 milhões de pessoas são levadas à extrema pobreza porque precisam de pagar pela assistência médica; a cada dois minutos uma mulher morre ao dar à luz; Portugal é destacado como bom exemplo de investimentos em saúde pública.

Unicef: 30% das meninas de famílias mais pobres nunca foram à escola

Um novo relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, revela que 30% das meninas adolescentes mais pobres do mundo, entre 10 e 19 anos, nunca frequentaram a escola.

PMA alerta para nível recorde de pessoas que passam fome no sul da África

Número de pessoas em risco chega a 45 milhões; Moçambique é um dos oito países com mais necessitados durante a actual época de escassez; falta de fundos leva agência da ONU a correr risco de diminuir beneficiários de ajuda alimentar.